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Ataque ao site Renner: seus dados estão seguros no Google?

Na última quinta-feira (19), o site e o aplicativo das Lojas Renner saíram do ar após um ataque hacker à rede. O sistema do site só voltou a operar normalmente na manhã de sábado, enquanto o app voltou no domingo, segundo a assessoria da empresa. A segurança dos dados das empresas é um assunto que tem gerado preocupação. Pela frequência e pelo prejuízo, os ciberataques assustam empresários e consumidores.

Segurança de dados

Recentemente, o grupo JBS, o Fleury e até a Secretaria do Tesouro Nacional foram alvos de hackers com uso do ransomware. Esse tipo de vírus bloqueia o acesso às informações do sistema afetado. É como se os dados fossem “sequestrados”. Para que o acesso seja restabelecido, os criminosos pedem dinheiro, como se fosse um resgate.

Devido ao incidente, as Lojas Renner foram notificadas pelo Procon-SP e têm até esta quarta-feira (25) para explicar o que ocorreu. O órgão quer saber quais bancos de dados foram afetados, qual foi o nível de exposição, entre outras informações.

Por que os dados estão sendo roubados?

Os ataques por ransomware têm se mostrado muito lucrativos. O grupo JBS, por exemplo, afirmou ter pago US$ 11 milhões para recuperar o acesso aos dados da empresa e evitar vazamentos.

Segundo um levantamento da ISH Tecnologia, empresas nacionais são alvos de 13 mil tentativas de roubo de dados todos os meses. Dentro do total da média mensal, 57% são com uso de ransomware, que é o que exige dinheiro das companhias.

Além disso, os resgates estão ficando cada vez mais caros. De acordo com a empresa Unit 42, os valores pedidos pelos criminosos chegam a US$ 570 mil por ataque. Quem também fala sobre isso é Marco DeMello, presidente da PSafe. A startup de cibersegurança detectou, em janeiro deste ano, o maior vazamento de dados da história do Brasil. De acordo com a PSafe, 223 milhões de brasileiros, incluindo pessoas mortas, tiveram seus dados expostos.

Em entrevista ao Estadão, DeMello afirma que os ataques com ransomware vão gerar mais de US$ 20 bilhões de receita só em 2021. Segundo ele, esse crime virou “uma indústria”. Ele ainda ressalta que recebeu diversas ligações de empresários com medo de virarem a próxima vítima desse problema. “A ficha tinha que ter caído há muito tempo”, diz. 

Donos de empresas não são os únicos prejudicados nessas ocasiões. Pessoas comuns também sofrem prejuízos ao terem seus dados vazados. Além de terem informações divulgadas para gerar lucro para outras pessoas e empresas, a segurança desses cidadãos está em risco. Para o presidente da PSafe, a prevenção é a melhor forma de solucionar a questão. Mas como evitar ter o banco de dados exposto?

Como o Google oferece segurança para os dados

Você sabia que o Google possui um forte esquema de segurança? Pois é, a empresa está constantemente buscando aprimorar seu sistema. Até porque não é nem um pouco interessante que a gigante da tecnologia seja alvo de ataques. Além de manchar a imagem da empresa, ainda gera um prejuízo enorme. 

Para fortalecer esse sistema, o Google construiu uma infraestrutura em camadas complementares. Os dados depositados nos serviços da gigante da tecnologia são criptografados, oferecendo também mais privacidade. Eles são protegidos por tecnologias de segurança, como HTTPS e Transport Layer Security. Cookies de identidade, e-mails em trânsito e em repouso também passam pela criptografia do Google.

Além disso, a empresa está sempre monitorando os aplicativos que pertencem a ela para detectar e responder a ameaças. Do mesmo modo, o Google faz uma verificação ativa para detectar vulnerabilidades em seus serviços.

Inclusive, a equipe de segurança atua 24 horas por dia, 7 dias por semana para detectar e solucionar qualquer problema o mais rápido possível. Vale ressaltar que o Google exerce um controle rigoroso para limitar o acesso aos dados apenas a pessoas confiáveis. Quando fazem algum serviço externo, é feita uma avaliação minuciosa para garantir que sejam profissionais corretos.

Qual serviço do Google usar?

O Google Workspace, por exemplo, se mostra uma ótima opção para garantir a segurança da sua empresa. Serviços que usam o Google Cloud para armazenamento também passam por um rigoroso processo de segurança. Ainda não sabe como funciona a plataforma? Então, conheça o Google Workspace neste post da Conecta.

A própria empresa disponibiliza um relatório detalhado sobre como é feita a estrutura para evitar vazamentos. É importante lembrar que o Google segue as normas da LGPD e também as das leis europeias. Dessa forma, sua empresa também está em conformidade com essas legislações.

Por fim, o Google é o primeiro grande provedor de nuvem a disponibilizar um recurso que criptografa o conteúdo durante a transferência entre os servidores dele e os de outras empresas. Para saber mais sobre os padrões do Google, acesse este link

Já ficou claro que a preocupação com a segurança é um assunto “para ontem”, né? Aliás, o alerta vale não só para empresas de grande porte, mas as menores também. Não perca tempo e não espere ser uma vítima de cibercriminosos!

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